PT de Itamaraju dividido entre Dalvadísio e Campineira
Existe um desentendimento entre os membros do PT da cidade Itamaraju, no extremo sul da Bahia, quando o assunto é candidatura a Prefeitura. O grupo está dividido entre apoiar a reeleição do atual prefeito Pedro Campineira (PSD) ou lançar candidato próprio. O nome cotado para assumir a chapa seria o de Dalvadísio Lima.
A queda de braço só será decidida no próximo domingo, onde no encontro municipal, o partido definirá os caminhos futuros com relação às eleições deste ano. Segundo informações, na divisão, de um lado está os movimentos sociais e grupos históricos do partido, como o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Juventude do PT (JPT), professores, trabalhadores rurais e, inclusive, os deputados Marcelino Galo (PT) e Valmir Assunção (PT), já do outro está a máquina da Prefeitura que, segundo alguns filiados, tenta impedir a candidatura própria e quer que a sigla apóie Campineira.
MÃO DE FERRO
sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
No pagamento realizado na prefeitura de Jucuruçu quem chega primeiro para receber são os ciganos
Nesta quarta feira a prefeitura de Jucuruçu está fazendo pagamento, mas por incrível que pareça quem chegou primeiro na prefeitura de Jucuruçu foram os ciganos.
O prefeito Loyola ainda continua devendo e pelo o jeito os ciganos não estavam nada satisfeitos com o prefeito Loyola.
Isto comprova que realmente o prefeito Loyola está dando aquele velho cansaço nos ciganos.
O portal política podre já deixou bem claro para o prefeito Loyola, se o prefeito quiser se livrar dos ciganos de uma vez por todas é só ele pagar os ciganos. Porque na época que Loyola pegou o dinheiro para gastar na campanha ele gostou, então porque ele não paga logo para ele ficar livre deste depto.
E todo mundo sabe que não vai sair um centavo do bolso dele mesmo. Outra coisa que está deixando os funcionários indignados é que os funcionários têm dois meses para receber e o prefeito só está pagando um mês.
E muitos dos funcionários não querem receber só um mês, a maioria vai ficar sem receber e os mesmos disseram que vão procurar a justiça o mais rápido possível.
Não foi atoa que o povo na cachoeira de Farinha lavada, distrito de Jucuruçu, piquenique que já é tradicional naquela localidade, onde é realizado anualmente meteu vaia no prefeito Loyola e na Mariquinha, eles saíram da lá com uma quente e outra fervendo.
O prefeito e sua corja saíram do piquenique com o rabo entre as pernas, foram quase dez minutos o povo vaiando o prefeito, e o grito que mais se ouvia era, Loyola cadê meu pagamento seu bicudo velhaco. Loyola você não ganha mais nem para vereador seu velhaco. O povo estava com muito ódio do prefeito Loyola.
Êta Loyola complicado
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
ITAPETINGA: EX-DEPUTADO PARTE PARA O ATAQUE CONTRA PREFEITO
Toda vez que o ex-deputado Uldurico Pinto usa os microfones da sua emissora, a Rádio Jornal, é um “Deus nos acuda”. O seu alvo predileto é sempre o irmão secretário do prefeito, Zenóbio Cirqueira, a quem teria arrendado a emissora, desde o início da atual administração, pela bagatela de R$15 mil por mês, valor que seria custeado com recursos públicos, segundo se comenta nos meios políticos locais.
Sempre que o pagamento atrasa, segundo dizem, Uldurico volta à carga, desafiando e desmoralizando publicamente o prefeito e seu irmão mais velho, sem poupar adjetivos. Quando o ex-deputado se cala, sabe-se logo que o compromisso foi “honrado”.
É neste cenário que o programa “Na Boca do Povo”, mediado por José Elias Ribeiro na Rádio Fascinação, pretende ouvir o ex-deputado Uldurico, no próximo sábado, para falar a respeito das suas últimas denúncias, dentre as quais a que diz respeito a “um administrador da região” que estaria “comprando gado com sacos de dinheiro”.
Vereadores presos na 8ª Coorpin são transferidos para o 13º BPM de Teixeira
fonte tn:
Os cinco vereadores de Mucuri que estavam presos na sede da 8ª Coorpin de Teixeira de Freitas, já foram transferidos para o 13º Batalhão da Polícia Militar. A solicitação de transferência teria sido feita pelo juiz de Mucuri, Leonardo Coelho, pelo fato dos parlamentares terem direito à cela especial.
Como se sabe as celas dos batalhões da PM são para detenções de militares que cometem desvios em suas funções ou são condenados pela Justiça. Mas de certo, as repartições são mais confortáveis do que as da 8ª Coorpin, essas que estão superlotadas. Os vereadores não estavam presos nos pavilhões, mas em celas no rol de entrada dessas alas maiores. Mesmo assim tiveram que conviver com a mesma rotina de cadeia, inclusive com muito barulho o dia e à noite.
Em relação às vereadores Gisele Gazzinelli e Justina Cruz, que foram transferidas para o Conjunto Penal de Teixeira de Freitas, ainda não foi informado se as mesmas também foram transferidas para o 13º BPM. O empresário Arley Vescov, também foi transferido e pelas últimas informações obtidas com exclusividade pelo Teixeira News, o mesmo deve deixar a prisão a qualquer momento, já que seu Hábeas Corpus já teria sido concedido pelo STF, em Brasília, restando apenas a sua publicação. Essa informação foi confirmada no início da noite desta terça-feira (10), por seus advogados em Salvador.
Além de Gisele e Justina, ainda permanecem presos os vereadores Carlos Gonçalves de Souza, o “Tazinho” (PSDB), Roberto Correia Bastos, “Nicó” (PSC), Roberto Alves dos Santos, o “Professor Roberto” (PSC), Márcio de Jesus Machado, o “Marcinho da Divisa” (PDT), e Wilson Pereira Cabral, o “Wilson da Pinheiro Móveis” (PR). O vereador por Nova Viçosa, Wilson Campos dos Santos, o “Som” e o filho dele Alan Campos, já conseguiram Hábeas Corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) e já estão soltos.
Prefeito de Itaparica renuncia a mandato alegando cansaço
O prefeito do município de Itaparica, Vicente Gonçalves da Silva (PSDB), renunciou do cargo na manhã desta terça-feira (10). O gestor alegou estar cansado. Mas, no final do ano passado o Tribunal de Contas dos Municípios opinou pela rejeição das contas do alcaide.
Destacando as inúmeras e graves irregularidades contidas no parecer, o relator, conselheiro Raimundo Moreira, solicitou a formulação de representação ao Ministério Público, imputou multa de R$ 30 mil ao gestor e determinou o ressarcimento aos cofres municipais da quantia de R$ 63.607,95, em decorrência da ausência de comprovação de despesas, e de R$ 104,25 pelo pagamento de tarifas bancárias resultantes da emissão de cheques sem a devida provisão de fundos.
Campanha contra o crack vira motivo de piada para baianos na internet
Desenvolvida pela Secretaria da Segurança Pública, o material traz, em diversos cartazes e outdoors espalhados por toda a Bahia, personalidades baianas associadas, de forma lúdica, a palavras que costumam se referir a pessoas que usam drogas, como “usuários”, “dependente” e “viciado”.
Na versão adaptada pelos baianos, a campanha adquire uma nova roupagem e o que não falta é criatividade, críticas e, em alguns casos, acidez. A brincadeira séria repete os termos originais, mas expõem diversas personalidades a situações, no mínimo, embaraçosas.
Problemas estruturais das cidades, ironias sobre a carreira dos artistas, as velhas rixas do futebol baiano e, claro, as piadas sobre o metrô de Salvador, foram alguns dos tópicos de destaque.
Apesar disso, as montagens mantiveram os textos “É possível viver sem drogas”, “Crack, é possível vencer” e o selo do “Pacto pela vida”.
Exclusivo: Câmara de Mucuri vai tentar cassar mandatos de vereadores presos nesta terça, 10
Logo após a sessão de posse dos novos vereadores de Mucuri, fato ocorrido na noite do último sábado (07), o advogado Sérgio Carlos Guanandi, responsável pelas medidas junto ao Judiciário dando direito aos terceiros e quartos suplentes de ocupar as vagas deixadas pelos vereadores presos na “Operação Caribe”, disse com exclusividade que vai acontecer uma sessão extraordinária na noite desta terça-feira (10), quando serão votados os pedidos de cassação dos mandatos dos antigos legisladores.
Questionado sobre o poder da câmara para tomar essa decisão, Sérgio Guanandi, um dos mais respeitados advogados da área pública da região, tomou como base o Artigo 45 da Lei Orgânica do município de Mucuri, nos seus incisos II e III, onde estão previstas as punições que os vereadores podem sofrer, em caso de desvio de conduta.
O inciso II, do Artigo 45 da LOM, afirma que a Câmara pode cassar o mandato de um dos seus membros ou mais, quando o procedimento adotado pelo edil for declarado incompatível com o decoro parlamentar ou atentatório às instituições vigente.
Já no inciso III, prevê a perda do mandato para quem utilizar-se do mesmo para a prática de atos de corrupção ou de improbidade administrativa. Guanandi diz que foi justamente o que aconteceu com os vereadores de Mucuri.
Também pode culminar em cassação de mandato pelo próprio Legislativo, conforme a Lei Orgânica, “outros casos definidos no Regimento Interno, considerando incompatível com o decoro parlamentar o abuso das prerrogativas asseguradas ao vereador ou a percepção de vantagens indevida”.
No caso dos incisos I, II, III, e V da Lei, fica evidente que a PERDA DO MANDATO SERÁ DECIDIDA PELA CÂMARA, por voto aberto e maioria absoluta dos seus membros, mediante provocação da Mesa ou de partido político com representação no Parlamento Municipal, assegurada a ampla defesa.
Do ponto de visto político o clima é bastante favorável para a abertura do processo de cassação, principalmente pelo fato dos suplentes empossados terem interesse nos cargos.
Em relação aos supostos crimes que teriam sido praticados pelos vereadores de Mucuri, esses que acabaram presos na “Operação Caribe”, a decisão do juiz para expedir os mandados de prisão preventiva é clara, quando cita vantagem patrimonial indevida, prática de crime ocorrida na Casa Legislativa, recebimento de dinheiro em face da atuação pública e corrupção ativa e passiva.
Suspensão dos mandatos
O que muitos ainda não sabem, é que além de expedir os mandados de prisão e busca e apreensão, o juiz Leonardo Santos Coelho, da comarca de Mucuri, decidiu pela suspensão dos mandatos dos vereadores presos.
“O pedido de suspensão do exercício da função pública merece integral acatamento, visto que existe justo receio de utilização do cargo para a prática de infrações penais.
Nesse sentido é toda a narração do investigante, que dá conta de esquema de corrupção dentro da Câmara de Vereadores, bem como de utilização inadequada da função para fomentar o crime e esconder a verdade dos agentes de persecução penal, com intimidação de testemunhas e sonegação de documentos”, diz um dos trechos da decisão do juiz Leonardo Coelho.
Isso quer dizer que além de conseguir decisões superiores que possam dar-lhes o direito à liberdade, se quiserem, os vereadores presos precisam recorrer à Justiça, para que, caso vençam, possam retornar aos seus postos na Câmara Municipal.
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